segunda-feira, 18 de abril de 2011

Sonho número 42.

Sonhei que eu vivia em um mundo de corujas e que procurava o "assassino dos mares". Que, por acaso, era o animal excluído por ser uma pomba.
Minha única pista era o jato de mangueira que ela deixou no meio do oceano, que não indicava nem a direção por onde ela foi.

Não consegui chegar em lugar algum com isso (me surpeenderia se tivesse).

sábado, 16 de abril de 2011

Sonho número 41.

Em uma noite comum, resolvi chamar uma amiga pra dormir em casa. Ela aceitou, vimos um filme e eu capotei logo cedo no sofá da sala e ela em um colchão embaixo da mesa.
Quando acordei, olhei pro chão e não a encontrei de jeito nenhum. Procurei minha mãe e perguntei se sabia de algo. Ela me disse que minha amiga havia ligado às 02h, do meu telefone fixo, para o celular da minhã mãe só pra avisar que estava com medo do banheiro e não aguentaria dormir mais na minha casa.

Banheiros são realmente assustadores.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Sonho número 40.

Olá (o melhor que tenho a dizer depois de praticamente dois anos sem postar).

É fácil justificar o tempo ausente: quando eu não tinha nada pra fazer da vida, eu tinha preguiça de escrever. Quando estava ocupada, com milhares de trabalhos e provas, eu tinha vontade de contar algum sonho aqui.
Daí fiquei nesse impasse até agora.

Hoje, no entanto, fiquei com vontade de escrever do meu sonho passado. E, como sempre, ele é ridículo.

Eu estava em um bar, experimentando várias marcas de cerveja (eu não bebo, então até aí já estava estranho).
Descobri que a Heineken não presta. Tinha uma bola de pêlo de gato dentro da garrafa.
Desanimada e enjoada, fui ao banheiro feminino de uma festa desconhecida (?), e encontrei o jogador Kléber do Palmeiras. Sou fã dele e, por minha sorte, levei meu celular para bater uma foto. Tudo bem se o Gladiador não tivesse roubado meu aparelho.
Fiquei triste e ele saiu correndo, beijando a tela do celular e gritando 'linha atacante de raça'!

Sem mais.