Tá, eu odeio sonhar que estou matando alguém. Foram pouquíssimos sonhos assim, mas juro que não sou assassina nem nada.
Que legal contar justo isso depois de tanto tempo. Enfim.
Estávamos (o -mos se refere aos colegas da faculdade e a uns amigos antigos) nos divertindo jogando futebol e vôlei, não sei aonde. Eu conheci melhor várias pessoas, era tudo alegria. Contudo, do nada, apareceu o maior serial killer de todos: El Matador.
O criminoso usava uma máscara cinza-rosa fluorescente maravilhosa em todo rosto, o resto do corpo coberto de preto. Depois de um tempo de pânico do povo, ele conseguiu nos acalmar e começou a discursar que nos mataria (fazendo jus a seu nome, claro).
Eu não podia ficar ali parada escutando tudo aquilo, então, peguei uma arma - que apareceu do nada - e tentei atirar em sua cabeça, gritando ''head shot!''.
Ah, maior erro de minha vida. Além de ele não morrer, El Matador começou a me marcar. Agora ele iria "acabar" comigo. Foi nesse momento que eu decidi jogar sujo: usei meu teletransporte e fui parar na casa dos pais do serial killer. Peguei a mãe e a levei como refém. Matador surtou, começou a passar mal, mas mesmo assim ainda insistia em falar que tudo aquilo era um blefe. No mesmo instante, ele partiu para cima de mim e eu atirei na mãe dele.
Todo mundo dali gostou. El Matador evaporou pelo ambiente. E eu, que sempre quis salvar alguém, fiquei travada pra sempre ali no meio da multidão.
É, não foi dos melhores sonhos. E que tosco foi. ^^
sexta-feira, 20 de março de 2009
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