sexta-feira, 20 de março de 2009

Sonho número 35.

Tá, eu odeio sonhar que estou matando alguém. Foram pouquíssimos sonhos assim, mas juro que não sou assassina nem nada.
Que legal contar justo isso depois de tanto tempo. Enfim.

Estávamos (o -mos se refere aos colegas da faculdade e a uns amigos antigos) nos divertindo jogando futebol e vôlei, não sei aonde. Eu conheci melhor várias pessoas, era tudo alegria. Contudo, do nada, apareceu o maior serial killer de todos: El Matador.
O criminoso usava uma máscara cinza-rosa fluorescente maravilhosa em todo rosto, o resto do corpo coberto de preto. Depois de um tempo de pânico do povo, ele conseguiu nos acalmar e começou a discursar que nos mataria (fazendo jus a seu nome, claro).
Eu não podia ficar ali parada escutando tudo aquilo, então, peguei uma arma - que apareceu do nada - e tentei atirar em sua cabeça, gritando ''head shot!''.
Ah, maior erro de minha vida. Além de ele não morrer, El Matador começou a me marcar. Agora ele iria "acabar" comigo. Foi nesse momento que eu decidi jogar sujo: usei meu teletransporte e fui parar na casa dos pais do serial killer. Peguei a mãe e a levei como refém. Matador surtou, começou a passar mal, mas mesmo assim ainda insistia em falar que tudo aquilo era um blefe. No mesmo instante, ele partiu para cima de mim e eu atirei na mãe dele.
Todo mundo dali gostou. El Matador evaporou pelo ambiente. E eu, que sempre quis salvar alguém, fiquei travada pra sempre ali no meio da multidão.

É, não foi dos melhores sonhos. E que tosco foi. ^^

Um comentário:

Anônimo disse...

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