Em plena madrugada, batem na porta de minha casa. Desorientada, fui ver quem era: deparei-me com um jovem tão pasmo quanto eu. Perguntei o que queria, então ele me entregou um milkshake e saiu correndo.
Como estava com fome, nem pensei antes de beber. Pronto, a partir daí, eu fui amaldiçoada - e da maneira mais estranha possível: a desgraça seria que, toda vez que eu tocasse um objeto, este passaria a me seguir por um tempo determinado, variando de acordo com o porte.
Ah, nos dias seguintes, eu parecia Clark Kent tentando esconder seus poderes. E fazendo o maior drama. Contudo, isso não durou muito. Em uma festa do colégio, eu resolvi contar tudo. O único problema é que ninguém acreditava em mim.
Foi daí que, de súbito, comecei a treinar meus truques e não só animar objetos, mas também animais, além de controlar as vozes das pessoas. Sim, aprende-se mais coisas na maldição.
Só me lembro de que, no final, eu estava fazendo carneiros voarem pela cidade. É divertido.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
Sonho número 33.
Uma coisa que o povo fala e é certa: barata é um dos bichos mais repugnantes que existe.
Dessa vez, elas resolveram formar grupos e, não sei como, até partidos para organizarem um ataque. Quem era vítima? Claro, eu.
Primeiro duas entraram debaixo de minha cama e de lá não saíam de jeito nenhum. Elas conversavam tanto que chegavam a atrapalhar meu sono. Estavam querendo morte, de certo, pois meu primeiro ato foi emsagá-las, com o maior gosto, usando uma bota.
Assim, voltei aos meus pensamentos. Porém, de súbito, mais cinco me apareceram. E, não, não apenas estavam pelo chão, mas voavam para cima de mim.
Saí correndo aos berros até que achei um inseticida. Ah, minha maior alegria! Taquei tudo nelas, sem dó nem piedade.
No final, disse sozinha que meu único problema com baratas é quando estas estão em um lugar fechado comigo. Sabe, na rua, talvez, até poderia gostar delas.
Dessa vez, elas resolveram formar grupos e, não sei como, até partidos para organizarem um ataque. Quem era vítima? Claro, eu.
Primeiro duas entraram debaixo de minha cama e de lá não saíam de jeito nenhum. Elas conversavam tanto que chegavam a atrapalhar meu sono. Estavam querendo morte, de certo, pois meu primeiro ato foi emsagá-las, com o maior gosto, usando uma bota.
Assim, voltei aos meus pensamentos. Porém, de súbito, mais cinco me apareceram. E, não, não apenas estavam pelo chão, mas voavam para cima de mim.
Saí correndo aos berros até que achei um inseticida. Ah, minha maior alegria! Taquei tudo nelas, sem dó nem piedade.
No final, disse sozinha que meu único problema com baratas é quando estas estão em um lugar fechado comigo. Sabe, na rua, talvez, até poderia gostar delas.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Sonho número 32.
Eu estava comprando um tênis novo que, por sinal, é igual ao que eu estou acostumada a usar.
É difícil acreditar que passei a noite inteira só nisso.
É difícil acreditar que passei a noite inteira só nisso.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Sonho número 31.
O Lula veio a um churrasco da minha família, que aconteceu em uma cidade cheia de estradas de gramado, pois, na ditadura militar, aparentemente o asfalto era proibido.
A visita do presidente foi tranqüila, tirando o fato de eu o incomodar toda hora com assuntos de política. Depois do churrasco, para agradecer o dia divertido que teve, ele nos deu um botijão de gás - que, misteriosamente, estava cheio de café. Brincando, ele disse:
- Eu aposto que ninguém toma isso tudo de café.
Respondi que eu conhecia uma amiga capaz de fazer isso. Ele ficou sério e me olhou.
Com sua cara de ''what the fuck, meu povo'' (?), ele se retirou.
A visita do presidente foi tranqüila, tirando o fato de eu o incomodar toda hora com assuntos de política. Depois do churrasco, para agradecer o dia divertido que teve, ele nos deu um botijão de gás - que, misteriosamente, estava cheio de café. Brincando, ele disse:
- Eu aposto que ninguém toma isso tudo de café.
Respondi que eu conhecia uma amiga capaz de fazer isso. Ele ficou sério e me olhou.
Com sua cara de ''what the fuck, meu povo'' (?), ele se retirou.
sábado, 20 de setembro de 2008
Sonho número 30.
Não consigo parar de sonhar que estou jogando tênis.
Se eu continuar desse jeito, viro até profissional. Porque, sim, mesmo em sonhos, eu não jogo muito bem.
Se eu continuar desse jeito, viro até profissional. Porque, sim, mesmo em sonhos, eu não jogo muito bem.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Sonho número 29.
O pré-vestibular vem me consumindo tanto que até sonhar direito eu não consigo mais. Tudo bem, nessa última noite eu finalmente lembrei o que sonhei: eu estava dentro de um carro, sozinha, parada em um lugar que parecia cenário de Twister (?). Enfim, o sol começou a ficar tão forte que resolvi tirar um cochilo para evitar o calor.
Quando acordei, deparei com milhares de pombos fora do carro, todos querendo entrar. Eles ficavam voando, brincando, cantando, fazendo malabarismo. Era realmente um circo de pombos com desejo de se comunicarem comigo. Para ajudá-los, eu abri a porta e os deixei entrar.
E foi só.
Esse, com certeza, é mais um dos meus sonhos produtivos...
Quando acordei, deparei com milhares de pombos fora do carro, todos querendo entrar. Eles ficavam voando, brincando, cantando, fazendo malabarismo. Era realmente um circo de pombos com desejo de se comunicarem comigo. Para ajudá-los, eu abri a porta e os deixei entrar.
E foi só.
Esse, com certeza, é mais um dos meus sonhos produtivos...
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Sonho número 28.
Depois de um minuto visitando meus avós na cidade, eu fui parar, do nada, nos EUA.
O dia lá estava escuro, o que me deu muito medo, já que eu fui parar num beco. Depois de algum tempo caminhando e rindo sozinha (pois é), eu fui procurar meu pai para ele me dar a purpurina que me teletransportaria de volta para o Brasil. Demorei, mas o encontrei assistindo a um jogo de futebol junto com o resto da família. Minha mãe e minha irmã também queriam ir embora, então, junto comigo, elas ''tomaram'' a pupurina.
Só que havia um problema: as duas desapareceram, mas eu ainda permaneci. Apavorei e fui perguntar ao meu pai se era assim mesmo, e ele me disse o seguinte: "em algumas pessoas demora, não se preocupe. E é mais fácil se você imaginar mergulhando e nadando''.
Assim, para seguir o conselho, fiquei tentando mergulhar no chão. Imaginei que imitaria o Michael Phelps ainda. Por mais ridícula que eu podia parecer, deu certo e, após uma terrível sensação de desaparecer e evitar a gravidade, eu estava de volta à minha humilde cidade.
O dia lá estava escuro, o que me deu muito medo, já que eu fui parar num beco. Depois de algum tempo caminhando e rindo sozinha (pois é), eu fui procurar meu pai para ele me dar a purpurina que me teletransportaria de volta para o Brasil. Demorei, mas o encontrei assistindo a um jogo de futebol junto com o resto da família. Minha mãe e minha irmã também queriam ir embora, então, junto comigo, elas ''tomaram'' a pupurina.
Só que havia um problema: as duas desapareceram, mas eu ainda permaneci. Apavorei e fui perguntar ao meu pai se era assim mesmo, e ele me disse o seguinte: "em algumas pessoas demora, não se preocupe. E é mais fácil se você imaginar mergulhando e nadando''.
Assim, para seguir o conselho, fiquei tentando mergulhar no chão. Imaginei que imitaria o Michael Phelps ainda. Por mais ridícula que eu podia parecer, deu certo e, após uma terrível sensação de desaparecer e evitar a gravidade, eu estava de volta à minha humilde cidade.
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Sonho número 27.
Fazendo um exame de bolsa, eu ganhei 62% de desconto nas mensalidades da Fuvest.
Eu nunca tinha ficado tão feliz antes, afinal, manter-me na USP durante o curso é muito caro sem o Prouni, claro.
Eu nunca tinha ficado tão feliz antes, afinal, manter-me na USP durante o curso é muito caro sem o Prouni, claro.
terça-feira, 2 de setembro de 2008
Sonho número 26.
Se você é tão anormal quanto eu, deixo-te uma dica: evite ver gatos. Ainda mais se tiver medo.
É só de enxergar um do outro lado da esquina que ele irá aparecer no seu sonho, não tem como. Seja atacando um passarinho ou aparecendo por um segundo, eles sempre irão te pertubar o sono. Sempre.
Se alguém quiser algumas outras dicas de como escapar de ver um na rua ou em qualquer outro lugar, procure-me. Só não pode querer ser uma pessoa bem vista na sociedade, caso contrário, não funciona.
É só de enxergar um do outro lado da esquina que ele irá aparecer no seu sonho, não tem como. Seja atacando um passarinho ou aparecendo por um segundo, eles sempre irão te pertubar o sono. Sempre.
Se alguém quiser algumas outras dicas de como escapar de ver um na rua ou em qualquer outro lugar, procure-me. Só não pode querer ser uma pessoa bem vista na sociedade, caso contrário, não funciona.
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