domingo, 31 de agosto de 2008

Sonho número 25.

Eu escrevi um tanto de coisa aqui, mas a coisinha do Blogger fez questão de apagar. Então, para resumir: não consegui me apresentar nas Olimpíadas porque uma gordinha furiosa pisou nos meus pés quando eu ri que a música de elefantinho dela travou durante sua apresentação.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Sonho número 24.

De acordo com pesquisas pseudo-científicas e conhecimento prévio da psicanálise, eu descobri que os meus sonhos poderiam prever não só o meu futuro, mas também o de outras pessoas.
O processo era o seguinte: quando eu tocasse em alguém, a corrente elétrica deste passava para o meu corpo através da pele e daí, por sinapses nervosas e bomba de íons sódio e potássio, ela chegava ao meu cérebro trazendo informações sobre o que o ser faria no dia seguinte e quais eram os seus planos. Além disso, os meus pés também apresentariam íons capazes de transmitir informações da cidade em que estava.
Assim, meu cérebro seria capaz de juntar todos os códigos que a mim chegavam e formar uma imagem do que supostamente aconteceria no futuro para com a outra pessoa.
Não é demais? Eu tenho poderes excelentes.

Ps.: foi exatamente assim que pensei no sonho. E, ah, obviamente, todas as informações ''científicas'' são falsas. Acho. Tenho que estudar mais.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Sonho número 23.

Quando eu cansei de andar pela rua, eu parei numa casa desconhecida e sentei no muro. Ali, fiquei esperando alguns amigos chegarem. Assim que eu vi eles se aproximando, consegui sentir-me nervosa: uma amiga minha da Internet vinha junto deles. Entrei em pânico e desespero, mas tudo ocorreu da forma mais natural possível para ela, tanto que, quando fui cumprimentá-la, ela me deu um aperto de mão e se virou para conversar com o resto da roda. Está bem, não tão natural, porque ela mal ligava para mim e preocupava-se mais em conhecer os outros.
Eu, como sempre a anti-social, aceitei a situação e fui embora.
Algum tempo depois, encontro a amiga na porta de minha casa me dizendo ''como é que a gente acaba de se conhecer pessoalmente e você vai embora?''. Como se não fosse o bastante ela falar infinitamente sem parar (isso não é redudância para a situação, acredite, acho que ela tinha tomado litros de café), depois começou a me xingar. Das coisas mais lindas do mundo, do jeito mais divertido possível, claro.
O máximo que fiz foi rir de cara dela. Um minuto depois, a gente já estava jogando videogame e conversando de um jeito como se eu a conhecesse desde sempre.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Sonho número 22.

Estava eu numa festa estranha, que eu não sabia de quem. Era em uma casa enorme e havia vários adultos e crianças. Fiquei sentada no muro, esperando por nada.
De repente, senti que estavam me cutucando na perna. Quando olhei para baixo, vi que um anãozinho me encarava. Ele era todo risonho, loirinho de olhos azuis e usava um boné verde e laranja - que, não sei o porquê, chamou-me a atenção. Ele ergueu os braços para mim e disse:
- Oi! Não lembra de mim?
- Ahm... desculpa, não...
- Sou eu! Estudei com você no Algodão Doce!
- Ah, agora sei! Mas... hmm... como chama mesmo?
- Fábulo.
- Fabíulo? Ah, não, Fábulo, claro! Nossa, como você cresceu! Por isso não reconheci.
Nessa hora, eu segurei suas mini-mãos e fiquei toda retardada rindo. No mesmo momento, uma amiga passou e gritou:
- Nossa, não sabia que estavam juntos!

Depois, eu pensei que me casaria com o pseudo-anão e seria feliz pra sempre. Que amor.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Sonho número 21.

Acho que não chegavam a ser duas horas da manhã quando eu saí para a rua em protesto. Junto a um grupo de pessoas desconhecidas, eu gritava, sem nenhum controle, "o Dunga não é técnico nem aqui nem na China". Hã.
Enfim, depois disso, entrei em uma casinha pequena para a minha lição de mágica. Não, nada como em Harry Potter. Eu tentava aprender alguns truques para ser figurante na banda O Teatro Mágico, já que eu não conseguia convencer meus pais a me deixarem ir ao show que teria aqui por perto.
Porém, as ginastas brasileiras que participaram das Olimpíadas me atrapalharam dizendo que mágica não servia para nada: quem fazia são pessoas que vivem no ócio. De súbito, muitos resolveram apoiar as meninas, desse jeito, começando a encher minha paciência.
Mesmo assim, eu continuei: contra todos, parti xingando qualquer um, saí quebrando casas e indústrias, soltei os animais das fazendas. Rolou tanta confusão que eu havia nomeado meu dia como ''A Revolução da Sessão da Tarde''.
Por fim, foi assim que convenci a todos que eu continuaria a aprender magia. Uma lição de vida, sabe.

Ah, e não. Eu não entrei na banda no final.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Sonho número 20.

Ah, como numa boa música de Death Cab.

Last night I dreamt that I was you.

[?]

domingo, 17 de agosto de 2008

Sonho número 19.

Para eu e uma amiga despistarmos minha avó de uma arte que fizemos (destruímos a sala dela), nós saímos pela chuva no quintal da casa, cada uma com dois copos na mão, e pulamos felizes falando "água, eba, água, vamos guardar para poder lavar roupa depois, uhuul" até que começou a cair sucrilhos do céu. De duas estranhas erguendo os copos para o nada, rindo sozinhas e praticamente dançando, passamos para duas meninas quietas, pensativas. Até que eu disse:
- Café da manhã.

sábado, 16 de agosto de 2008

Sonho número 18.

Eu estava alimentando meu vício pela Internet conversando com algumas pessoas do msn, quando percebi que alguns nicks, ao invés de ter status como ''ocupado'' ou ''ausente'', estava com ''apaixonado (a)'', e um coraçãozinho no ícone do msn. "Ahh, que amor'', pensei.
Não durou muito tempo. Na hora em que reiniciei o computador para terminar de instalar os jogos dos pingüins, o treco não queria mais ligar de jeito nenhum. Entrei em desespero, gritei com a máquina, chutei, mas nada adiantava. Foi daí que, de súbito, o computador começou a rir de mim. Sim, ele riu de mim e, na tela dele, apareceu a seguinte mensagem: ''Sua tonta, quem mandou pegar vírus, hein? Tosca, tosca! Agora sofra, muhaha. Beijosmeliga''. Isso em uma fonte vermelha pseudo-sangrenta, se é que isso existe.

Até agora estou com medo.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Sonho número 17.

Esse foi esquisito. Muito.
Eu estava reunida com algumas amigas quando uma delas me disse que iria fazer uma cirurgia plástica para remover os membros inferiores e deixar que eles se regenerassem depois. Todas ficamos espantadas, perguntando como é que ela poderia fazer isso e qual seria a vantagem. Acredite, até eu fiquei curiosa, porque, do mesmo jeito, ela não nos contou.
Tivemos que nos despedir, pois ela só voltaria dentro de um mês, que era o tempo para a recuperação. Mas não adianta, não aguentei: comecei a seguir seus passos até eu encontrar minha mãe e permitir que ela me levasse ao consultório cirúrgico.
Chegando lá, procurei a colega para tentar dissuadi-la. Porém, acabei não precisando, encontrei-a abismada, em estado de choque e chorando. Perguntei o que havia acontecido e ela me eisse:
- Não posso fazer a cirurgia porque no ultrassom preparatório acharam cinco kitesoof no meu coração e dez no fígado.
Kitesoof (leia-se ''pedras salgadas'') caracterizava uma patologia gravíssima, praticamente sem cura. Quando ela me contou, também quis morrer. Consolei e chorei.
Não foi isso que me fez desistir de minha amiga. Eu segui em frente em busca de uma cura, surgiu-me um plano: iria atrás dos melhores médicos possíveis. E foi isso o que fiz.
A priori, encontrei-me com o Dr. Brown, de Everwood, porém, este não queria me atender. Fiz de tudo, dancei, pulei, contei piada, mas nada o convencia de me ajudar. Tudo bem, segui para o Dr. Abbot, também do seriado (aliás, todos os mencionados aqui são). Ele foi mais gentil e me pagou um almoço, que era um macarrão de iogurte. Enfim, ele disse-me que não havia nada a fazer.
Ainda mais indignada, procurei pelo Jake. Este foi outro considerado burro, mala sem alça ou qualquer outro nome brega. A sua cara sorridente não me serviu para nada, ele também contou que ela iria morrer.
E foi assim que me desanimei profundamente. Andei sem rumo pelas ruas até que me deparei com uma outra velha amiga e contei tudo que aconteceu. Para minha felicidade, ela soltou, grave e alto, um belo ''bem feito''. Eu tenho amigos de ouro.
Finalmente, percebi que estava sozinha sem a colega. Deixei-a falecer e voltei a minha rotina. O pior foi que, o que mais me deixou triste, além do luto, foi o fato de eu ter magoado pela coitada que, no final, ainda não teve seus membros inferiores retirados.

Leve nota: o sonho não é só esquisito, mas também medonho e mais bizarro e sem sentido ainda. Como todos, pode-se dizer, está bem. E, nossa, percebe-se que não sei resumir.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Sonho número 16.

Como em um belo ato de confraternização, todos da minha sala de aula fizemos um almoço (só macarrão, mas tudo bem). Parecíamos animais famintos ou, como eu falei, urubus atrás de carne (eufemismo).
Depois de satisfeitos, era hora de ouvir as histórias de terror: eu contaria sobre a minha participação na Revolução Francesa ao lado de Napoleão Bonaparte, que tinha acabado de voltar da China quando o conheci.
Ninguém acreditou no que eu falei, porém, foi confirmado que essa era uma parte da biografia do Lula.

Tudo bem, não neguei. É verdade. Juro.

sábado, 9 de agosto de 2008

Sonho número 15.

Seguem os fatos: eu estava em uma casa de campo, chovia muito e um pato preto semi-alaranjado tentou comer um inocente passarinho. Fiquei só vendo a cena da caça. Credo, nunca mais.

Ps.¹: por que existem alarmes de carro que tocam Beethoven ou uma musiquinha feliz? Para descontrair? Se o carro está sendo assaltado, não é o ladrão que vai achar a musiquinha legal e ficar parado ouvindo. Ah, tanto faz, só sei que isso me acorda pela madrugada e atrapalha minha parte do sono REM (claro). Pff.

Ps.²: nossa, imagina se eu fosse sonâmbula.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Sonho número 14.

Alguém faça-me parar de imaginar que sei dirigir. Já até comprei um fusca azul por isso, pelo jeito.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Sonho número 13.

Ah, eu e minha família fomos visitar a casa dos meus tios, que acabara de ser reformada pelo pessoal do Extreme Makeover. Ela ficava ao lado de um hospital e uma igreja, chegava a ser medonho, mas era linda. Os móveis eram inimagináveis e podres de tecnologia, claro: uma banheira que funcionava como quadro na parede, cachorros robóticos - está bem, ainda tinha os de verdade -, cama de plasma, carro de alumíno e de lataria aerodinâmica, além de o muro ser de estilo chamado ''pega ladrão'': flexível, capaz de jogar uma pessoa que tentasse subir nele às moscas. Pois é. E o carro ainda foi de presente.
O único problema era que a minha prima, aparentemente, tinha uma doença e não podia sair daquele lugar. Porém, tinha quase tudo para ela ali.
A rua era um morro, bem de roça (venha aqui e endenderá).

Não importa, acordei bem pois minha ''prima'' estava feliz.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Sonho número 12.

Não gosto quando minha irmã dirige. Sério.
Eu e alguns primos resolvemos ir a Piranguinho (rá!) de carro à noite, daí ela insistiu para ir dirigindo. Nem consegui aceitar rapidamente, só que fomos sem a minha opinião.
Uhuuul, foi sorte eu estar agarrada no banco do carro, porque ela bateu, derrapou e feriu um monte de gente no meio da estrada escura. Mesmo assim, todo mundo saiu bem.

Se algo acontecer de verdade, sentirei-me culpada para sempre.