quinta-feira, 31 de julho de 2008

Sonho número 11.

Não dá. Sonhar que está descascando uma cenoura com recheio de espinafre para fazer uma vitamina já é dose.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Sonho número 10.

Como se não bastasse dormir em casa, eu tinha me esquecido de que havia sonhado na sala de aula. Mas esse me rendeu até uma dor de cabeça, porque eu delirava escutando algumas palavras do professor. Algo como:
- Pode ser cis-trans... (o professor careca, de repente, já tinha deixado crescer um bigode na minha imaginação)... do carbono quiral... (um aluno sueco chega a sala e senta perto de mim para puxar conversa)... então, é de isomeria óptica... (o mesmo garoto elogia o bigode do professor e diz que parece com o Nietzsche)... bioqúimica.
Um colega deixou cair propositalmente a sua apostila para eu acordar assustada. Além de que ele fez um lindo comentário que meus olhos praticamente reviravam.

Não faço a mínima idéia se isso teve sentido, mas uma coisa eu aprendi: sempre tome coca com sal Eno antes de ir à aula. Eca, ou não.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Sonho número 9.

Cuidado com a enchente de combustível, cuidado!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sonho número 8.

And weeee will becoooomee a happy endiiiing!


Sonhar que canta bem, mesmo com a voz não sendo sua, é legal.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Sonho número 7.

Ah, finalmente parei de sonhar com o vestibular do fim de semana! Sonhos que quis me poupar de contar. Mas está bem, preferia ter continuado assim a ter sonhado com minha televisão estragada. No sonho, a noite inteira tentei arrumá-la, mas nada. Até que meu pai apareceu logo depois e descubriu tudo. Ele ficou p*** da vida, tentou consertar, mas a m**** não queria se arrumar de jeito nenhum. Tudo bem, só foi alegria para nós que ficamos algum tempo berrando ''mas que *****'' e milhares de outras coisas. Depois de algum tempo sem entender por que tanta indignação e certo palavriado, lembrei a pessoa que me fez viajar assim.

Pois é.
Sonho em homenagem a Dercy Gonçalves (1907 - 2008).

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sonho número 6.

É melhor resumir: minha mãe dormia embaixo da mesa da cozinha e eu tinha um inseto dentro do meu relógio digital.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Sonho número 5.

Por que toda vez que eu sonho com escola, ela tem que ser representada por uma casa? Enfim. Dessa vez, o colégio era a casa de minha avó. Era intervalo e eu estava só conversando com uma amiga, quando vejo um menino sentado num canto, sozinho. Nós nos aproximamos dele e concordamos: é difícil fazer o social com os colegas. Do nada, o intervalo acaba e estranhamente a aula também.
Era hora do almoço: eu, um ser desconhecido e mais o Chandler e a Monica, de Friends, íamos preparar a comida. Quem gosta de ovo com carne, farofa e dilúvio (sim), iria adorar nossa proeza alimentícia.
Na mesma tarde, eu saí para bater umas fotos na rua. De repente, encontro o meu pai (que não era o meu pai, se me entendem) e o vejo atirando em uma pessoa. É, morreu. Ao ver a cena, eu continuei tentando fotografar os pingüins no mato.
Logo depois, aparece um garoto e fala comigo:
- Você vai me dar essa câmera digital?
- Você vai ter que fazer pergunta idiota assim?
- Eu vou ter que roubar?
- Claro, mas você quer que meu pai o mate?

Funcionou. Da próxima vez que tentarem me assaltar, é só falar isso. E eu ainda não sei como terminar de escrever aqui.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sonho número 4.

Eu passei a noite inteira vendo uma imagem da Scarlett Johansson dando um jóia. Isso não é normal, né?

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Sonho número 3.

A melhor sensação é acordar e perceber que já está na escola, sendo que ela é sua casa. Mais do que isso, é ver que a primeira aula já acabou e você está no intervalo. Como a sala de aula era o quarto do meus pais, eu fiquei ali para mexer no computador, enquanto todos os outros alunos foram almoçar às oito da manhã.
Minha irmã - que voltou ao terceiro ano colegial, aparentemente - não gostou e me mandou sair dali para o almoço. Chegando na cozinha, encontro a Mammy, de E o Vento Levou, e ela era a cozinheira. Sua educação era grande: ''saia dessa merda de internet, não fique aí, venha comer'' e, falando isso, jogou uma colher de pau em minha cabeça (não muito diferente de aqui em casa mesmo)(certo, brincadeira). Eu saí chorando com um galo na testa e fui dormir. Quando acordei novamente, estava em casa: a minha escola. Foi aí que percebi que tenho mania de trocar lugares. Legal, hein?

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Sonho número 2.

Eram duas horas da manhã e eu estava conversando no msn com um amigo. Nós falávamos sobre pessoas carecas que gostariam de ter cabelos cacheados. Ao terminarmos essa conversa produtiva, tivemos que nos despedir, pois eu ia ao show da Mart'nália e ele ao do Kurt Cobain. Quando ele disse ''eu te adoro'', eu achei bonito falar ''duelo''. Eu deveria dizer isso mais vezes.

Ps.: Kurt Cobain ressucitou, minha gente.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Sonho número 1.

Sério que eu ia colocar em números romanos ali, mas vai que eu chego até um ponto que não sei mais como escrever? [?]
Comecemos. Ou eu não preciso ficar dando os passos aqui, enfim.

Sabe quando a gente sonha com um macaco assassino que usa roupas de gente? Então. O meu cochilo de hoje à tarde rendeu um macaco inteligente que era fã do Chuck - sim, aquele bonequinho. Para seguir o exemplo de seu ídolo, o animal veio atrás de mim para me matar, só que meu viralata (eu não tenho um viralata) me salvou. Depois disso, nós fomos tomar café em local próximo a minha casa. Meu cachorro pediu um expresso e eu só o encarei, ele não gostava de falatórios demais. Mais tarde, seguimos a minha casa e, chegando lá, ambos deitamos no tapete e dormimos. Foi a coisa mais linda de todas.

Início.

Nada como não ter mais o que fazer e perder tempo criando blog assim que, provavelmente, um número limitado de três pessoas - incluindo eu - vai ler. Não obstante, aqui só vai ter sonhos estúpidos e bizarros que são produzidos todos os dias por essa mente que vos escreve. Tem gente que deseja até que eu não durma para não aparecer no dia seguinte contando a história.
Mas, ah, paciência.