quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Sinal de vida.

Só pra dizer que eu não esqueci desse blog e que, quando eu não tiver mais todas as matérias para estudar, milhões de exercícios para fazer e nenhuma aula de manhã e à tarde, ainda serei capaz de contar os sonhos aqui. Ainda mais agora, que eles estão mais estranhos do que nunca.
Só preciso passar dessa fase que a gente tem vontade de cavar um buraco, enfiar-se lá dentro e sumir da vista de qualquer professor ou da apostila. Sim, da vista da apostila.
Mas eu agüento, eu agüento. Pois, afinal, eu continuo normal. Claro.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Pedido.

Alguém me devolva meus sonhos?

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Sonho número 34.

Em plena madrugada, batem na porta de minha casa. Desorientada, fui ver quem era: deparei-me com um jovem tão pasmo quanto eu. Perguntei o que queria, então ele me entregou um milkshake e saiu correndo.
Como estava com fome, nem pensei antes de beber. Pronto, a partir daí, eu fui amaldiçoada - e da maneira mais estranha possível: a desgraça seria que, toda vez que eu tocasse um objeto, este passaria a me seguir por um tempo determinado, variando de acordo com o porte.
Ah, nos dias seguintes, eu parecia Clark Kent tentando esconder seus poderes. E fazendo o maior drama. Contudo, isso não durou muito. Em uma festa do colégio, eu resolvi contar tudo. O único problema é que ninguém acreditava em mim.
Foi daí que, de súbito, comecei a treinar meus truques e não só animar objetos, mas também animais, além de controlar as vozes das pessoas. Sim, aprende-se mais coisas na maldição.
Só me lembro de que, no final, eu estava fazendo carneiros voarem pela cidade. É divertido.

sábado, 27 de setembro de 2008

Sonho número 33.

Uma coisa que o povo fala e é certa: barata é um dos bichos mais repugnantes que existe.
Dessa vez, elas resolveram formar grupos e, não sei como, até partidos para organizarem um ataque. Quem era vítima? Claro, eu.
Primeiro duas entraram debaixo de minha cama e de lá não saíam de jeito nenhum. Elas conversavam tanto que chegavam a atrapalhar meu sono. Estavam querendo morte, de certo, pois meu primeiro ato foi emsagá-las, com o maior gosto, usando uma bota.
Assim, voltei aos meus pensamentos. Porém, de súbito, mais cinco me apareceram. E, não, não apenas estavam pelo chão, mas voavam para cima de mim.
Saí correndo aos berros até que achei um inseticida. Ah, minha maior alegria! Taquei tudo nelas, sem dó nem piedade.
No final, disse sozinha que meu único problema com baratas é quando estas estão em um lugar fechado comigo. Sabe, na rua, talvez, até poderia gostar delas.

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Sonho número 32.

Eu estava comprando um tênis novo que, por sinal, é igual ao que eu estou acostumada a usar.

É difícil acreditar que passei a noite inteira só nisso.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Sonho número 31.

O Lula veio a um churrasco da minha família, que aconteceu em uma cidade cheia de estradas de gramado, pois, na ditadura militar, aparentemente o asfalto era proibido.
A visita do presidente foi tranqüila, tirando o fato de eu o incomodar toda hora com assuntos de política. Depois do churrasco, para agradecer o dia divertido que teve, ele nos deu um botijão de gás - que, misteriosamente, estava cheio de café. Brincando, ele disse:
- Eu aposto que ninguém toma isso tudo de café.
Respondi que eu conhecia uma amiga capaz de fazer isso. Ele ficou sério e me olhou.
Com sua cara de ''what the fuck, meu povo'' (?), ele se retirou.

sábado, 20 de setembro de 2008

Sonho número 30.

Não consigo parar de sonhar que estou jogando tênis.

Se eu continuar desse jeito, viro até profissional. Porque, sim, mesmo em sonhos, eu não jogo muito bem.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Sonho número 29.

O pré-vestibular vem me consumindo tanto que até sonhar direito eu não consigo mais. Tudo bem, nessa última noite eu finalmente lembrei o que sonhei: eu estava dentro de um carro, sozinha, parada em um lugar que parecia cenário de Twister (?). Enfim, o sol começou a ficar tão forte que resolvi tirar um cochilo para evitar o calor.
Quando acordei, deparei com milhares de pombos fora do carro, todos querendo entrar. Eles ficavam voando, brincando, cantando, fazendo malabarismo. Era realmente um circo de pombos com desejo de se comunicarem comigo. Para ajudá-los, eu abri a porta e os deixei entrar.

E foi só.
Esse, com certeza, é mais um dos meus sonhos produtivos...

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Sonho número 28.

Depois de um minuto visitando meus avós na cidade, eu fui parar, do nada, nos EUA.
O dia lá estava escuro, o que me deu muito medo, já que eu fui parar num beco. Depois de algum tempo caminhando e rindo sozinha (pois é), eu fui procurar meu pai para ele me dar a purpurina que me teletransportaria de volta para o Brasil. Demorei, mas o encontrei assistindo a um jogo de futebol junto com o resto da família. Minha mãe e minha irmã também queriam ir embora, então, junto comigo, elas ''tomaram'' a pupurina.
Só que havia um problema: as duas desapareceram, mas eu ainda permaneci. Apavorei e fui perguntar ao meu pai se era assim mesmo, e ele me disse o seguinte: "em algumas pessoas demora, não se preocupe. E é mais fácil se você imaginar mergulhando e nadando''.
Assim, para seguir o conselho, fiquei tentando mergulhar no chão. Imaginei que imitaria o Michael Phelps ainda. Por mais ridícula que eu podia parecer, deu certo e, após uma terrível sensação de desaparecer e evitar a gravidade, eu estava de volta à minha humilde cidade.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Sonho número 27.

Fazendo um exame de bolsa, eu ganhei 62% de desconto nas mensalidades da Fuvest.
Eu nunca tinha ficado tão feliz antes, afinal, manter-me na USP durante o curso é muito caro sem o Prouni, claro.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Sonho número 26.

Se você é tão anormal quanto eu, deixo-te uma dica: evite ver gatos. Ainda mais se tiver medo.
É só de enxergar um do outro lado da esquina que ele irá aparecer no seu sonho, não tem como. Seja atacando um passarinho ou aparecendo por um segundo, eles sempre irão te pertubar o sono. Sempre.

Se alguém quiser algumas outras dicas de como escapar de ver um na rua ou em qualquer outro lugar, procure-me. Só não pode querer ser uma pessoa bem vista na sociedade, caso contrário, não funciona.

domingo, 31 de agosto de 2008

Sonho número 25.

Eu escrevi um tanto de coisa aqui, mas a coisinha do Blogger fez questão de apagar. Então, para resumir: não consegui me apresentar nas Olimpíadas porque uma gordinha furiosa pisou nos meus pés quando eu ri que a música de elefantinho dela travou durante sua apresentação.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Sonho número 24.

De acordo com pesquisas pseudo-científicas e conhecimento prévio da psicanálise, eu descobri que os meus sonhos poderiam prever não só o meu futuro, mas também o de outras pessoas.
O processo era o seguinte: quando eu tocasse em alguém, a corrente elétrica deste passava para o meu corpo através da pele e daí, por sinapses nervosas e bomba de íons sódio e potássio, ela chegava ao meu cérebro trazendo informações sobre o que o ser faria no dia seguinte e quais eram os seus planos. Além disso, os meus pés também apresentariam íons capazes de transmitir informações da cidade em que estava.
Assim, meu cérebro seria capaz de juntar todos os códigos que a mim chegavam e formar uma imagem do que supostamente aconteceria no futuro para com a outra pessoa.
Não é demais? Eu tenho poderes excelentes.

Ps.: foi exatamente assim que pensei no sonho. E, ah, obviamente, todas as informações ''científicas'' são falsas. Acho. Tenho que estudar mais.

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Sonho número 23.

Quando eu cansei de andar pela rua, eu parei numa casa desconhecida e sentei no muro. Ali, fiquei esperando alguns amigos chegarem. Assim que eu vi eles se aproximando, consegui sentir-me nervosa: uma amiga minha da Internet vinha junto deles. Entrei em pânico e desespero, mas tudo ocorreu da forma mais natural possível para ela, tanto que, quando fui cumprimentá-la, ela me deu um aperto de mão e se virou para conversar com o resto da roda. Está bem, não tão natural, porque ela mal ligava para mim e preocupava-se mais em conhecer os outros.
Eu, como sempre a anti-social, aceitei a situação e fui embora.
Algum tempo depois, encontro a amiga na porta de minha casa me dizendo ''como é que a gente acaba de se conhecer pessoalmente e você vai embora?''. Como se não fosse o bastante ela falar infinitamente sem parar (isso não é redudância para a situação, acredite, acho que ela tinha tomado litros de café), depois começou a me xingar. Das coisas mais lindas do mundo, do jeito mais divertido possível, claro.
O máximo que fiz foi rir de cara dela. Um minuto depois, a gente já estava jogando videogame e conversando de um jeito como se eu a conhecesse desde sempre.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Sonho número 22.

Estava eu numa festa estranha, que eu não sabia de quem. Era em uma casa enorme e havia vários adultos e crianças. Fiquei sentada no muro, esperando por nada.
De repente, senti que estavam me cutucando na perna. Quando olhei para baixo, vi que um anãozinho me encarava. Ele era todo risonho, loirinho de olhos azuis e usava um boné verde e laranja - que, não sei o porquê, chamou-me a atenção. Ele ergueu os braços para mim e disse:
- Oi! Não lembra de mim?
- Ahm... desculpa, não...
- Sou eu! Estudei com você no Algodão Doce!
- Ah, agora sei! Mas... hmm... como chama mesmo?
- Fábulo.
- Fabíulo? Ah, não, Fábulo, claro! Nossa, como você cresceu! Por isso não reconheci.
Nessa hora, eu segurei suas mini-mãos e fiquei toda retardada rindo. No mesmo momento, uma amiga passou e gritou:
- Nossa, não sabia que estavam juntos!

Depois, eu pensei que me casaria com o pseudo-anão e seria feliz pra sempre. Que amor.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Sonho número 21.

Acho que não chegavam a ser duas horas da manhã quando eu saí para a rua em protesto. Junto a um grupo de pessoas desconhecidas, eu gritava, sem nenhum controle, "o Dunga não é técnico nem aqui nem na China". Hã.
Enfim, depois disso, entrei em uma casinha pequena para a minha lição de mágica. Não, nada como em Harry Potter. Eu tentava aprender alguns truques para ser figurante na banda O Teatro Mágico, já que eu não conseguia convencer meus pais a me deixarem ir ao show que teria aqui por perto.
Porém, as ginastas brasileiras que participaram das Olimpíadas me atrapalharam dizendo que mágica não servia para nada: quem fazia são pessoas que vivem no ócio. De súbito, muitos resolveram apoiar as meninas, desse jeito, começando a encher minha paciência.
Mesmo assim, eu continuei: contra todos, parti xingando qualquer um, saí quebrando casas e indústrias, soltei os animais das fazendas. Rolou tanta confusão que eu havia nomeado meu dia como ''A Revolução da Sessão da Tarde''.
Por fim, foi assim que convenci a todos que eu continuaria a aprender magia. Uma lição de vida, sabe.

Ah, e não. Eu não entrei na banda no final.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Sonho número 20.

Ah, como numa boa música de Death Cab.

Last night I dreamt that I was you.

[?]

domingo, 17 de agosto de 2008

Sonho número 19.

Para eu e uma amiga despistarmos minha avó de uma arte que fizemos (destruímos a sala dela), nós saímos pela chuva no quintal da casa, cada uma com dois copos na mão, e pulamos felizes falando "água, eba, água, vamos guardar para poder lavar roupa depois, uhuul" até que começou a cair sucrilhos do céu. De duas estranhas erguendo os copos para o nada, rindo sozinhas e praticamente dançando, passamos para duas meninas quietas, pensativas. Até que eu disse:
- Café da manhã.

sábado, 16 de agosto de 2008

Sonho número 18.

Eu estava alimentando meu vício pela Internet conversando com algumas pessoas do msn, quando percebi que alguns nicks, ao invés de ter status como ''ocupado'' ou ''ausente'', estava com ''apaixonado (a)'', e um coraçãozinho no ícone do msn. "Ahh, que amor'', pensei.
Não durou muito tempo. Na hora em que reiniciei o computador para terminar de instalar os jogos dos pingüins, o treco não queria mais ligar de jeito nenhum. Entrei em desespero, gritei com a máquina, chutei, mas nada adiantava. Foi daí que, de súbito, o computador começou a rir de mim. Sim, ele riu de mim e, na tela dele, apareceu a seguinte mensagem: ''Sua tonta, quem mandou pegar vírus, hein? Tosca, tosca! Agora sofra, muhaha. Beijosmeliga''. Isso em uma fonte vermelha pseudo-sangrenta, se é que isso existe.

Até agora estou com medo.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Sonho número 17.

Esse foi esquisito. Muito.
Eu estava reunida com algumas amigas quando uma delas me disse que iria fazer uma cirurgia plástica para remover os membros inferiores e deixar que eles se regenerassem depois. Todas ficamos espantadas, perguntando como é que ela poderia fazer isso e qual seria a vantagem. Acredite, até eu fiquei curiosa, porque, do mesmo jeito, ela não nos contou.
Tivemos que nos despedir, pois ela só voltaria dentro de um mês, que era o tempo para a recuperação. Mas não adianta, não aguentei: comecei a seguir seus passos até eu encontrar minha mãe e permitir que ela me levasse ao consultório cirúrgico.
Chegando lá, procurei a colega para tentar dissuadi-la. Porém, acabei não precisando, encontrei-a abismada, em estado de choque e chorando. Perguntei o que havia acontecido e ela me eisse:
- Não posso fazer a cirurgia porque no ultrassom preparatório acharam cinco kitesoof no meu coração e dez no fígado.
Kitesoof (leia-se ''pedras salgadas'') caracterizava uma patologia gravíssima, praticamente sem cura. Quando ela me contou, também quis morrer. Consolei e chorei.
Não foi isso que me fez desistir de minha amiga. Eu segui em frente em busca de uma cura, surgiu-me um plano: iria atrás dos melhores médicos possíveis. E foi isso o que fiz.
A priori, encontrei-me com o Dr. Brown, de Everwood, porém, este não queria me atender. Fiz de tudo, dancei, pulei, contei piada, mas nada o convencia de me ajudar. Tudo bem, segui para o Dr. Abbot, também do seriado (aliás, todos os mencionados aqui são). Ele foi mais gentil e me pagou um almoço, que era um macarrão de iogurte. Enfim, ele disse-me que não havia nada a fazer.
Ainda mais indignada, procurei pelo Jake. Este foi outro considerado burro, mala sem alça ou qualquer outro nome brega. A sua cara sorridente não me serviu para nada, ele também contou que ela iria morrer.
E foi assim que me desanimei profundamente. Andei sem rumo pelas ruas até que me deparei com uma outra velha amiga e contei tudo que aconteceu. Para minha felicidade, ela soltou, grave e alto, um belo ''bem feito''. Eu tenho amigos de ouro.
Finalmente, percebi que estava sozinha sem a colega. Deixei-a falecer e voltei a minha rotina. O pior foi que, o que mais me deixou triste, além do luto, foi o fato de eu ter magoado pela coitada que, no final, ainda não teve seus membros inferiores retirados.

Leve nota: o sonho não é só esquisito, mas também medonho e mais bizarro e sem sentido ainda. Como todos, pode-se dizer, está bem. E, nossa, percebe-se que não sei resumir.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Sonho número 16.

Como em um belo ato de confraternização, todos da minha sala de aula fizemos um almoço (só macarrão, mas tudo bem). Parecíamos animais famintos ou, como eu falei, urubus atrás de carne (eufemismo).
Depois de satisfeitos, era hora de ouvir as histórias de terror: eu contaria sobre a minha participação na Revolução Francesa ao lado de Napoleão Bonaparte, que tinha acabado de voltar da China quando o conheci.
Ninguém acreditou no que eu falei, porém, foi confirmado que essa era uma parte da biografia do Lula.

Tudo bem, não neguei. É verdade. Juro.

sábado, 9 de agosto de 2008

Sonho número 15.

Seguem os fatos: eu estava em uma casa de campo, chovia muito e um pato preto semi-alaranjado tentou comer um inocente passarinho. Fiquei só vendo a cena da caça. Credo, nunca mais.

Ps.¹: por que existem alarmes de carro que tocam Beethoven ou uma musiquinha feliz? Para descontrair? Se o carro está sendo assaltado, não é o ladrão que vai achar a musiquinha legal e ficar parado ouvindo. Ah, tanto faz, só sei que isso me acorda pela madrugada e atrapalha minha parte do sono REM (claro). Pff.

Ps.²: nossa, imagina se eu fosse sonâmbula.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Sonho número 14.

Alguém faça-me parar de imaginar que sei dirigir. Já até comprei um fusca azul por isso, pelo jeito.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Sonho número 13.

Ah, eu e minha família fomos visitar a casa dos meus tios, que acabara de ser reformada pelo pessoal do Extreme Makeover. Ela ficava ao lado de um hospital e uma igreja, chegava a ser medonho, mas era linda. Os móveis eram inimagináveis e podres de tecnologia, claro: uma banheira que funcionava como quadro na parede, cachorros robóticos - está bem, ainda tinha os de verdade -, cama de plasma, carro de alumíno e de lataria aerodinâmica, além de o muro ser de estilo chamado ''pega ladrão'': flexível, capaz de jogar uma pessoa que tentasse subir nele às moscas. Pois é. E o carro ainda foi de presente.
O único problema era que a minha prima, aparentemente, tinha uma doença e não podia sair daquele lugar. Porém, tinha quase tudo para ela ali.
A rua era um morro, bem de roça (venha aqui e endenderá).

Não importa, acordei bem pois minha ''prima'' estava feliz.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Sonho número 12.

Não gosto quando minha irmã dirige. Sério.
Eu e alguns primos resolvemos ir a Piranguinho (rá!) de carro à noite, daí ela insistiu para ir dirigindo. Nem consegui aceitar rapidamente, só que fomos sem a minha opinião.
Uhuuul, foi sorte eu estar agarrada no banco do carro, porque ela bateu, derrapou e feriu um monte de gente no meio da estrada escura. Mesmo assim, todo mundo saiu bem.

Se algo acontecer de verdade, sentirei-me culpada para sempre.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Sonho número 11.

Não dá. Sonhar que está descascando uma cenoura com recheio de espinafre para fazer uma vitamina já é dose.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Sonho número 10.

Como se não bastasse dormir em casa, eu tinha me esquecido de que havia sonhado na sala de aula. Mas esse me rendeu até uma dor de cabeça, porque eu delirava escutando algumas palavras do professor. Algo como:
- Pode ser cis-trans... (o professor careca, de repente, já tinha deixado crescer um bigode na minha imaginação)... do carbono quiral... (um aluno sueco chega a sala e senta perto de mim para puxar conversa)... então, é de isomeria óptica... (o mesmo garoto elogia o bigode do professor e diz que parece com o Nietzsche)... bioqúimica.
Um colega deixou cair propositalmente a sua apostila para eu acordar assustada. Além de que ele fez um lindo comentário que meus olhos praticamente reviravam.

Não faço a mínima idéia se isso teve sentido, mas uma coisa eu aprendi: sempre tome coca com sal Eno antes de ir à aula. Eca, ou não.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Sonho número 9.

Cuidado com a enchente de combustível, cuidado!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Sonho número 8.

And weeee will becoooomee a happy endiiiing!


Sonhar que canta bem, mesmo com a voz não sendo sua, é legal.

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Sonho número 7.

Ah, finalmente parei de sonhar com o vestibular do fim de semana! Sonhos que quis me poupar de contar. Mas está bem, preferia ter continuado assim a ter sonhado com minha televisão estragada. No sonho, a noite inteira tentei arrumá-la, mas nada. Até que meu pai apareceu logo depois e descubriu tudo. Ele ficou p*** da vida, tentou consertar, mas a m**** não queria se arrumar de jeito nenhum. Tudo bem, só foi alegria para nós que ficamos algum tempo berrando ''mas que *****'' e milhares de outras coisas. Depois de algum tempo sem entender por que tanta indignação e certo palavriado, lembrei a pessoa que me fez viajar assim.

Pois é.
Sonho em homenagem a Dercy Gonçalves (1907 - 2008).

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Sonho número 6.

É melhor resumir: minha mãe dormia embaixo da mesa da cozinha e eu tinha um inseto dentro do meu relógio digital.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Sonho número 5.

Por que toda vez que eu sonho com escola, ela tem que ser representada por uma casa? Enfim. Dessa vez, o colégio era a casa de minha avó. Era intervalo e eu estava só conversando com uma amiga, quando vejo um menino sentado num canto, sozinho. Nós nos aproximamos dele e concordamos: é difícil fazer o social com os colegas. Do nada, o intervalo acaba e estranhamente a aula também.
Era hora do almoço: eu, um ser desconhecido e mais o Chandler e a Monica, de Friends, íamos preparar a comida. Quem gosta de ovo com carne, farofa e dilúvio (sim), iria adorar nossa proeza alimentícia.
Na mesma tarde, eu saí para bater umas fotos na rua. De repente, encontro o meu pai (que não era o meu pai, se me entendem) e o vejo atirando em uma pessoa. É, morreu. Ao ver a cena, eu continuei tentando fotografar os pingüins no mato.
Logo depois, aparece um garoto e fala comigo:
- Você vai me dar essa câmera digital?
- Você vai ter que fazer pergunta idiota assim?
- Eu vou ter que roubar?
- Claro, mas você quer que meu pai o mate?

Funcionou. Da próxima vez que tentarem me assaltar, é só falar isso. E eu ainda não sei como terminar de escrever aqui.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sonho número 4.

Eu passei a noite inteira vendo uma imagem da Scarlett Johansson dando um jóia. Isso não é normal, né?

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Sonho número 3.

A melhor sensação é acordar e perceber que já está na escola, sendo que ela é sua casa. Mais do que isso, é ver que a primeira aula já acabou e você está no intervalo. Como a sala de aula era o quarto do meus pais, eu fiquei ali para mexer no computador, enquanto todos os outros alunos foram almoçar às oito da manhã.
Minha irmã - que voltou ao terceiro ano colegial, aparentemente - não gostou e me mandou sair dali para o almoço. Chegando na cozinha, encontro a Mammy, de E o Vento Levou, e ela era a cozinheira. Sua educação era grande: ''saia dessa merda de internet, não fique aí, venha comer'' e, falando isso, jogou uma colher de pau em minha cabeça (não muito diferente de aqui em casa mesmo)(certo, brincadeira). Eu saí chorando com um galo na testa e fui dormir. Quando acordei novamente, estava em casa: a minha escola. Foi aí que percebi que tenho mania de trocar lugares. Legal, hein?

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Sonho número 2.

Eram duas horas da manhã e eu estava conversando no msn com um amigo. Nós falávamos sobre pessoas carecas que gostariam de ter cabelos cacheados. Ao terminarmos essa conversa produtiva, tivemos que nos despedir, pois eu ia ao show da Mart'nália e ele ao do Kurt Cobain. Quando ele disse ''eu te adoro'', eu achei bonito falar ''duelo''. Eu deveria dizer isso mais vezes.

Ps.: Kurt Cobain ressucitou, minha gente.

terça-feira, 8 de julho de 2008

Sonho número 1.

Sério que eu ia colocar em números romanos ali, mas vai que eu chego até um ponto que não sei mais como escrever? [?]
Comecemos. Ou eu não preciso ficar dando os passos aqui, enfim.

Sabe quando a gente sonha com um macaco assassino que usa roupas de gente? Então. O meu cochilo de hoje à tarde rendeu um macaco inteligente que era fã do Chuck - sim, aquele bonequinho. Para seguir o exemplo de seu ídolo, o animal veio atrás de mim para me matar, só que meu viralata (eu não tenho um viralata) me salvou. Depois disso, nós fomos tomar café em local próximo a minha casa. Meu cachorro pediu um expresso e eu só o encarei, ele não gostava de falatórios demais. Mais tarde, seguimos a minha casa e, chegando lá, ambos deitamos no tapete e dormimos. Foi a coisa mais linda de todas.

Início.

Nada como não ter mais o que fazer e perder tempo criando blog assim que, provavelmente, um número limitado de três pessoas - incluindo eu - vai ler. Não obstante, aqui só vai ter sonhos estúpidos e bizarros que são produzidos todos os dias por essa mente que vos escreve. Tem gente que deseja até que eu não durma para não aparecer no dia seguinte contando a história.
Mas, ah, paciência.