Um mês depois... mas, tá, eu precisava contar isso.
Eu estava criando uma larva, esperando a hora de ela nascer elefante. Tudo ia muito bem, até o dia em que o animal resolveu evoluir para elefante na hora que eu estava na faculdade. Assim, minha família arranjou um jeito de tirar logo o animal gigante do apartamento - porque estava incomodando os vizinhos - sem que desse tempo de eu o ver. Ele simplesmente foi embora e nunca mais o vi.
Ps.: não uso drogas. Meus sonhos são assim mesmo.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
sábado, 28 de março de 2009
Sonho número 38.
Sonhei que, no departamento de Meio Ambiente, existiam duas lixeiras: uma para só pão de sal e a outra para pão de sal com manteiga. Sabe, é ecologicamente correto separar um pão assim do outro. Fica a dica.
quarta-feira, 25 de março de 2009
Sonho número 37.
Bizarramente (?), minha irmã era uma ''gosma'' (sim). Sabe aquele Pokémon roxo/rosa, que podia se transformar em qualquer outro Pokemón que quisesse? Então, ela estava parecida com esse bicho. Sim, não lembro o nome dele, muito menos faço idéia do que tenha a ver.
Mas enfim, minha irmã era isso e ficava me perseguindo quando eu a provocava. Daí, para fugir, eu tinha que subir em um poste, torcendo para que ela não grudasse lá e conseguisse me alcançar.
Até que foi divertido.
Mas enfim, minha irmã era isso e ficava me perseguindo quando eu a provocava. Daí, para fugir, eu tinha que subir em um poste, torcendo para que ela não grudasse lá e conseguisse me alcançar.
Até que foi divertido.
sábado, 21 de março de 2009
Sonho número 36.
Sonhei que tinha o melhor sonho de todos para escrever nesse blog.
Era alguma coisa a ver com goiabinha, acredite.
E onze horas dormindo me trouxe basicamente só isso.
Era alguma coisa a ver com goiabinha, acredite.
E onze horas dormindo me trouxe basicamente só isso.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Sonho número 35.
Tá, eu odeio sonhar que estou matando alguém. Foram pouquíssimos sonhos assim, mas juro que não sou assassina nem nada.
Que legal contar justo isso depois de tanto tempo. Enfim.
Estávamos (o -mos se refere aos colegas da faculdade e a uns amigos antigos) nos divertindo jogando futebol e vôlei, não sei aonde. Eu conheci melhor várias pessoas, era tudo alegria. Contudo, do nada, apareceu o maior serial killer de todos: El Matador.
O criminoso usava uma máscara cinza-rosa fluorescente maravilhosa em todo rosto, o resto do corpo coberto de preto. Depois de um tempo de pânico do povo, ele conseguiu nos acalmar e começou a discursar que nos mataria (fazendo jus a seu nome, claro).
Eu não podia ficar ali parada escutando tudo aquilo, então, peguei uma arma - que apareceu do nada - e tentei atirar em sua cabeça, gritando ''head shot!''.
Ah, maior erro de minha vida. Além de ele não morrer, El Matador começou a me marcar. Agora ele iria "acabar" comigo. Foi nesse momento que eu decidi jogar sujo: usei meu teletransporte e fui parar na casa dos pais do serial killer. Peguei a mãe e a levei como refém. Matador surtou, começou a passar mal, mas mesmo assim ainda insistia em falar que tudo aquilo era um blefe. No mesmo instante, ele partiu para cima de mim e eu atirei na mãe dele.
Todo mundo dali gostou. El Matador evaporou pelo ambiente. E eu, que sempre quis salvar alguém, fiquei travada pra sempre ali no meio da multidão.
É, não foi dos melhores sonhos. E que tosco foi. ^^
Que legal contar justo isso depois de tanto tempo. Enfim.
Estávamos (o -mos se refere aos colegas da faculdade e a uns amigos antigos) nos divertindo jogando futebol e vôlei, não sei aonde. Eu conheci melhor várias pessoas, era tudo alegria. Contudo, do nada, apareceu o maior serial killer de todos: El Matador.
O criminoso usava uma máscara cinza-rosa fluorescente maravilhosa em todo rosto, o resto do corpo coberto de preto. Depois de um tempo de pânico do povo, ele conseguiu nos acalmar e começou a discursar que nos mataria (fazendo jus a seu nome, claro).
Eu não podia ficar ali parada escutando tudo aquilo, então, peguei uma arma - que apareceu do nada - e tentei atirar em sua cabeça, gritando ''head shot!''.
Ah, maior erro de minha vida. Além de ele não morrer, El Matador começou a me marcar. Agora ele iria "acabar" comigo. Foi nesse momento que eu decidi jogar sujo: usei meu teletransporte e fui parar na casa dos pais do serial killer. Peguei a mãe e a levei como refém. Matador surtou, começou a passar mal, mas mesmo assim ainda insistia em falar que tudo aquilo era um blefe. No mesmo instante, ele partiu para cima de mim e eu atirei na mãe dele.
Todo mundo dali gostou. El Matador evaporou pelo ambiente. E eu, que sempre quis salvar alguém, fiquei travada pra sempre ali no meio da multidão.
É, não foi dos melhores sonhos. E que tosco foi. ^^
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Sinal de vida.
Só pra dizer que eu não esqueci desse blog e que, quando eu não tiver mais todas as matérias para estudar, milhões de exercícios para fazer e nenhuma aula de manhã e à tarde, ainda serei capaz de contar os sonhos aqui. Ainda mais agora, que eles estão mais estranhos do que nunca.
Só preciso passar dessa fase que a gente tem vontade de cavar um buraco, enfiar-se lá dentro e sumir da vista de qualquer professor ou da apostila. Sim, da vista da apostila.
Mas eu agüento, eu agüento. Pois, afinal, eu continuo normal. Claro.
Só preciso passar dessa fase que a gente tem vontade de cavar um buraco, enfiar-se lá dentro e sumir da vista de qualquer professor ou da apostila. Sim, da vista da apostila.
Mas eu agüento, eu agüento. Pois, afinal, eu continuo normal. Claro.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
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